Nunca vi a contabilidade como uma paixão romântica — sempre a encarei como uma ferramenta prática, com impacto real na vida das pessoas e das empresas. O que me guiou desde o início foi o pensamento analítico, o sentido prático e a capacidade de perceber o que realmente faz falta para tomar melhores decisões.
O meu percurso levou-me à contabilidade por pragmatismo. A matemática abriu portas para uma área sólida, onde encontrei a possibilidade de aplicar conhecimento com propósito. Desde cedo ficou claro que ser contabilista não significava limitar-me a registos e tarefas repetitivas — significava interpretar números, antecipar cenários e apoiar escolhas estratégicas.
A experiência no IAPMEI aproximou-me da realidade empresarial portuguesa — investimentos, auditorias, incentivos e decisões estruturais. Foi aí que confirmei algo que continuo a observar diariamente: muitos empresários conhecem profundamente o seu negócio, mas nem sempre utilizam a informação financeira como ferramenta de gestão. Falta planeamento, antecipação e análise de impacto.
A Centrichoice nasceu precisamente para responder a essa necessidade. Desde o primeiro dia assumimos uma visão clara: a contabilidade não é um fim em si mesma — é um instrumento de gestão, crescimento e tomada de decisão.